Com um roteiro infinitamente superior ao de “Halloween Kills”, esta terceira parte da nova fornada de filmes traz cenas de encher os olhos, embates morais e éticos e muitos sustos. Em suma, é uma reinvenção da própria franquia que dá muito certo porque respeita o espectador, os personagens que amamos há décadas e o elenco (veterano e novato).
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A busca por prazer e autoconfiança em “Boa sorte, Leo Grande”
A obra busca mostrar também a questão de como a mulher percebe o seu próprio corpo e muita das vezes sente vergonha por ser mais madura, Leo Grande tem um papel fundamental em ser um instrumento não somente sexual mas emocional a respeito de Nancy.
Crítica – Thor: Amor e Trovão
Como em Dr. Estranho no Multiverso da Loucura, Thor, o protagonista, não é muito explorado, as piadas feitas por ele não são mais tão engraçadas e a tentativa de drama em torno do personagem pode não colar muito…
