Crítica: Gêmeo Maligno

Terror e paranoia se misturam em novo filme

Antônio Pedro de Souza

O equilíbrio entre terror e paranoia ganha novos ares com a produção “Gêmeo Maligno”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira. A história começa com uma família tentando recomeçar suas vidas depois de uma tragédia.

Aos poucos, porém, a protetora mãe passa a perceber algo de estranho e incômodo em seu filho. O que leva o espectador a um final chocante e maravilhoso!

Com claras referências a suspenses sobrenaturais como “O Chamado” e “A Chave Mestra”, além de thrillers como “A Órfã”, “Gêmeo Maligno” poderia ser apenas mais um filme sobre possessão, dúvida ou psicopatia, mas consegue ir além, mesmo que sua parte central seja arrastada e quase desconectada do princípio promissor e do final compensador.

Boas atuações, roteiro bem escrito e trilha sonora que ajuda a construir a atmosfera necessária, o longa cumpre o prometido e se torna uma excelente opção de entretenimento.

Cotação por ossos:

8

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