Agenda Cultural: 20 a 26/03/2022

Confira os eventos que vão agitar a semana

RedaLumi

Foto: Iana Domingos

A musicista Glaw Nader estreia o show “Òjò – Deixa chover”, no teatro Raul Belém Machado (rua Jaurá, 80. Bairro Alípio de Melo), no dia 20 de março, domingo, às 19h. O repertório do show conta com cinco canções autorais e mais outras oito músicas de Baden Powell, Moacir Santos e Tânia Maria. Glaw pretende com esse show, além de levar a arte da música instrumental e jazzística para o público, elevar a produção musical preta. Os ingressos para o show custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) e podem ser comprados na bilheteria do teatro.

A primeira sessão da edição 2022 do programa literário do Centro Cultural Unimed-BH Minas, “Letra em cena. Como ler…”, será com o ensaísta, professor, escritor e músico José Miguel Wisnik, sobre a obra do poeta maior, Carlos Drummond de Andrade. A conversa entre Wisnik e o jornalista e curador do programa literário, José Eduardo Gonçalves, será exibida no canal oficial do Minas Tênis Clube no YouTube, dia 22, terça-feira, às 20h. A leitura de poemas de Drummond será feita pelo ator mineiro Odilon Esteves. Não é necessário inscrição.

Foto: Paulo Lacerda

A Fundação Clóvis Salgado e a Associação Pro-Cultura e Promoção das Artes (APPA), por meio do Cine Humberto Mauro, abrem inscrições para o 24º FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonteum dos eventos mais importantes de difusão e promoção da produção mundial de curtas-metragens no Brasil. Realizadores com curtas-metragens finalizados em 2021 ou 2022 têm até 1º de maio de 2022 (domingo) para se inscrever. O edital do Festival estará disponível no site da Fundação Clóvis Salgado, no site do FestCurtasBH e no site da APPA.

As inscrições são gratuitas e deverão ser efetuadas exclusivamente através da plataforma on-line Shortfilmdepot ou pelo site do Festival FESTCURTASBH. Serão aceitos filmes com até 45 minutos de duração, de todos os gêneros – exceto filmes publicitários e institucionais – finalizados em formatos analógicos (35mm e 16mm) e/ou digitais (DCP 2K e 4K, DCP 3D, entre outros). O resultado da seleção será divulgado no dia 16 setembro de 2022, e a realização do Festival segue programada para o período de 14 de outubro até 23 de outubro de 2022, no Cine Humberto Mauro.

Foto: Paulo Lacerda

Parte das ações do Programa O Modernismo em Minas Gerais, o “Ciclo de Debates: O Percurso Modernista em Minas Gerais: Cenas e Contextos”, integrante da mostra Percurso Modernista, tem início nesta segunda-feira (21), às 19h, com abertura da curadora Luciana Féres, que apresentará a proposta conceitual do Ciclo, sua estrutura e os temas que serão abordados em cada sessão. O evento acontece na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, no Palácio das Artes, e conta com transmissão ao vivo por meio do Youtube, site da Fundação Clóvis Salgado e no endereço modernismoemminas.com.br. O acesso é gratuito. 

PROGRAMAÇÃO – CICLO DE DEBATES – sempre às 19h

21/03, segunda-feira

Mesa de abertura e mesa redonda 1

Contexto e Cenas da Modernidade brasileira: cidade e sociedade

Os debates vão abordar uma perspectiva histórico-cultural que busca contextualizar, compreender e traçar um panorama dos antecedentes e raízes do Modernismo. Com abordagem multidisciplinar, a sessão versa sobre a revolução industrial e consequentemente as transformações ocorridas nas cidades e na sociedade moderna. No intuito de compreender como essas transformações afetaram o ideário cultural brasileiro e gestaram o pensamento moderno nas artes, arquitetura, urbanismo, literatura, música e demais manifestações. Traçado este panorama global, serão abordados os marcos fundamentais e os protagonistas do movimento. Essa sessão também terá como objeto o caso de Minas Gerais e sua capital, a cidade de Belo Horizonte. Essa mesa pretende contextualizar e iniciar o debate sobre os antecedentes, as origens do movimento modernista e seus desdobramentos no Brasil e em Minas Gerais. A sessão será seguida de debate com o público.

DEBATEDORES

João Antônio de Paula

Graduado em Economia pela UFMG, Mestre em Economia pela Unicamp, Doutor em História pela USP, Professor titular do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG desde 1995. Foi Pró-Reitor de Extensão e de Planejamento da UFMG.

Tem dezenas de artigos publicados em periódicos acadêmicos, uma vintena de livros, além de uma longa colaboração em jornais e revistas. Seus temas de pesquisa mais frequentes são: histórica econômica, economia política, história do pensamento econômico, marxismo, história das cidades, história de Minas Gerais e meio ambiente. Publicou recentemente os seguintes livros: O capitalismo no Brasil, uma alegria que ficou no futuro e Capítulo de História do Pensamento Econômico do Brasil”.

Ivanei da Silva

Museólogo pela UniRio, é mestre em Memória Social e Documentos pela mesma instituição. Atuou em diversos projetos de pesquisa, produção, conservação e montagem de exposições e, atualmente, trabalha na Poiesis – Instituto de Apoio à Língua, à Cultura, e à Literatura, atuando como museólogo da Rede de Museus-Casas Literários de são Paulo, que inclui a Casa das Rosas, a Casa Guilherme de Almeida e a Casa Mário de Andrade.

MEDIAÇÃO

Luciana Teixeira de Andrade

Socióloga, graduada em Ciências Sociais pela UFMG (1980), mestre em Ciência Política pela mesma instituição (1987), doutora em Sociologia pelo IUPERJ (1996) e pós-doutora no Centre for Urban Studies da Universidade de Amsterdam. É professora do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da PUC Minas. Participa como conselheira do Conselho Estadual do Patrimônio Cultural do Estado de Minas Gerais e do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.

22/03, terça-feira

A Cena Urbana Moderna: Arquitetura e Patrimônio Cultural

Essa mesa apresenta uma perspectiva histórico-cultural sobre as raízes do Modernismo no campo da Arquitetura e do Urbanismo, no âmbito internacional, nacional e regional, bem como discute os principais acontecimentos do período que contribuíram para o nascedouro e o desenvolvimento do Modernismo e suas manifestações na Arquitetura e no Urbanismo em Minas Gerais. Essa sessão também coloca em pauta as origens e singularidades da preservação do patrimônio cultural brasileiro, com a criação em 1937 do órgão federal de preservação, então denominado SPHAN – Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, concomitante ao desenvolvimento do movimento moderno no Brasil. Nesta seara, no contexto nacional, os mineiros tiveram atuação de destaque, conformando um grupo em prol do modernismo, da construção da “identidade nacional” e da preservação do patrimônio histórico e artístico brasileiro. Busca proporcionar uma revisão crítica mediante a reflexão e o debate sobre as transformações urbanas e a produção arquitetônica do Modernismo em Minas Gerais, seus desdobramentos e as suas peculiaridades em relação às outras regiões do Brasil. Essa mesa coloca em pauta as especificidades, influências e inter-relações entre as manifestações do Modernismo na arquitetura e urbanismo no contexto regional de Minas Gerais, e os contextos nacional e internacional.

DEBATEDORES

Leonardo Barci

Professor da EA-UFMG/Belo Horizonte.

Denise Marques Bahia

Arquiteta e Urbanista e Professora da PUC/MG.

MEDIAÇÃO

Luciana Rocha Féres

Arquiteta e Urbanista, Doutora pela UFMG e curadora do Ciclo de Debates.

24/03, quinta-feira

A Cena Moderna: Artes Visuais

A proposta dessa mesa intitulada “A Cena Moderna: Artes Visuais” é apresentar uma perspectiva histórico-cultural e crítica acerca das raízes do Modernismo no campo das Artes Visuais e seu desenvolvimento no Brasil e em Minas Gerais. Visa apresentar e discutir os principais acontecimentos do período que contribuíram para o nascedouro e o desenvolvimento do Modernismo e suas manifestações nas Artes Visuais em Minas Gerais. A dicotomia entre a tradição e a modernidade no campo das artes visuais deve ser alvo do debate diante da produção artística do período e as tentativas de romper com o academicismo vigente, as suas principais exposições, tais como a de Zina Aita, na década de 1920, e as exposições de Arte Moderna de 1936 e de 1944, que ocorreram em Belo Horizonte. A sessão busca proporcionar uma revisão crítica mediante a reflexão e o debate sobre as manifestações artísticas do Modernismo em Minas Gerais, seus desdobramentos e as suas peculiaridades em relação às outras regiões do Brasil. Esta mesa coloca em pauta as especificidades, influências e inter-relações entre as manifestações do Modernismo nas artes visuais no contexto regional de Minas Gerais, e os contextos nacional e internacional.

DEBATEDORES

Renata Bittencourt

Mestre e Doutora pela UNICAMP, é Curadora do Instituto Moreira Salles, em São Paulo.

Rodrigo Vivas

Mestrado em História da Cultura pela UFMG (2001) e Doutor em História da Arte pela UNICAMP (2008), é professor da Escola de Belas Artes da UFMG.

MEDIAÇÃO

Renata Cristina de Oliveira Maia Zago

Professora de História da Arte, do Instituto de Artes e Design, e professora permanente do Programa de Pós-graduação em Artes, Cultura e Linguagens da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), é Mestre e Doutora em Artes Visuais pela UNICAMP.

25/03, sexta-feira

A Cena moderna: Música e Artes Performáticas

Esta mesa apresenta um panorama histórico-cultural e crítico sobre o Modernismo e suas manifestações na música e artes performáticas (artes cênicas, dança e demais linguagens) no âmbito internacional, nacional e regional. Pretende apresentar e discutir os principais acontecimentos do período que contribuíram para o nascedouro e o desenvolvimento do Modernismo e suas manifestações na música e nas artes performáticas no Brasil e em Minas Gerais. Essa sessão pretende promover uma revisão crítica, elucidar e relacionar os principais aspectos formadores do movimento artístico e as especificidades do Modernismo na música e artes performáticas.

DEBATEDORES

Flávia Camargo Toni

Mestre (1985) e Doutora (1989) em Artes, é Livre-Docente (2004) e Professora Titular (2009) da USP.

Sérgio Abritta

Graduado em Direito pela UFMG, é Diretor de Teatro e Dramaturgo. É duas vezes vencedor do prêmio “Cidade de Belo Horizonte”, na categoria Dramaturgia, e duas vezes ganhador do prêmio Álvaro de Carvalho, da FMC-SC também por duas vezes, na categoria Dramaturgia.

MEDIAÇÃO

Luiz Carlos Garrocho

Filósofo, Mestre e Doutor em Artes pela UMFG, é Professor no Curso Técnico de Ator do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado.

29/03, terça-feira

A Cena Moderna: Literatura

A proposta desta mesa temática é proporcionar uma perspectiva crítica e discutir os principais acontecimentos do período que contribuíram para o nascedouro e o desenvolvimento do Modernismo no Brasil e a produção literária de Minas Gerais. A partir da década de 1920 a publicação das revistas modernistas A Revista, Leite Criôlo e Verde em Minas Gerais promovem o movimento e agitam a cena artística e cultural local, além de suscitarem o debate e correspondências entre os escritores e artistas mineiros e os escritores e idealizadores das publicações Estética e Festa do Rio de Janeiro; e as publicações Klaxon, Revista de Antropofagia, Terra Roxa e Outras Terras de São Paulo. Em uma das edições da revista Klaxon que propagava as ideias modernistas, Mário de Andrade escreveu: “Bem poderíamos em 2022 celebrar o 1º Centenário de nossa independência literária”. Transcorridos cem anos, o ciclo de debates pretende discutir os desdobramentos do movimento moderno na cena literária brasileira e o papel desempenhado pelos autores mineiros neste contexto. Essa mesa coloca em pauta as influências e inter-relações entre as manifestações do Modernismo na literatura no contexto regional de Minas Gerais, e os contextos nacional e internacional.

DEBATEDORES

Luiz Fernando Ruffato

Contista, romancista e poeta, o jornalista e escritor prepara o lançamento do livro “A revista Verde, de Cataguases – Contribuição à história do Modernismo” (editora Autêntica).

Vera Casa Nova

Graduada em Letras pela UERJ (1968), é Doutora em Semiologia pela UFRJ (1990). Professora da UFMG, é Pós-doutorada pela Ecole des hautes études en sciences sociales, em Antropologia da imagem, supervisionada por Georges Didi Huberman (2003).

MEDIAÇÃO

José Eduardo Gonçalves

Jornalista, editor, escritor e empreendedor cultural. Presidiu a Rádio Inconfidência e a Rede Minas de Televisão.

30/03, quarta-feira

A Cena Moderna: o Cinema e a Fotografia

A proposta desta mesa temática intitulada “A Cena Moderna: o Cinema e a Fotografia” é apresentar uma perspectiva histórico-cultural sobre o Modernismo no cinema e fotografia no âmbito internacional, nacional e regional. A sessão apresenta e discute os principais acontecimentos do período que contribuíram para o nascedouro e o desenvolvimento do Modernismo e suas manifestações no cinema e fotografia no Brasil e em Minas Gerais. Essa mesa versa sobre o movimento de renovação da linguagem fotográfica e do cinema. Assim, essa sessão vai abordar a produção fotográfica e cinematográfica, destacando os seus protagonistas, dentre eles o cineasta Humberto Mauro e sua contribuição para o cinema no Brasil e em Minas Gerais. A sessão pretende proporcionar uma revisão crítica mediante a reflexão e o debate sobre o cinema e a fotografia do período do Modernismo em Minas Gerais, seus desdobramentos e as suas peculiaridades. Essa mesa coloca em pauta as especificidades, influências e inter-relações entre as manifestações do Modernismo no cinema e na fotografia no contexto regional de Minas Gerais, e os contextos nacional e internacional.

DEBATEDORES

Carlos Augusto Calil

Gestor cultural, professor universitário, diretor de cinema e escritor. Referência no campo do audiovisual e gestor com vasta trajetória no setor público, tem passagens pela Embrafilme e pela Cinemateca Brasileira, além da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Eduardo Morettin

Graduado e licenciado em História (1988), mestre em Artes (1994) e doutor em Artes (2001), títulos obtidos pela USP. É Pós-doutorado pela Université Paris I (2012) e professor de História do Audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da USP.

MEDIAÇÃO

Daniela Giovana Siqueira

Professora adjunta da UFMS, lecionando nos cursos de Audiovisual e Jornalismo. É Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicações e Artes da USP.

31/03, quinta-feira – Encerramento

O legado do Modernismo e a cena contemporânea

A proposta dessa mesa é promover o fechamento do ciclo de debates mediante a reflexão crítica sobre os significados e o legado cultural do modernismo de forma abrangente, em uma perspectiva histórico-cultural que busca compreender o passado, o presente e apontar para o futuro. Pretende discutir os mitos e narrativas que foram criados e posteriormente destruídos. Com olhar multidisciplinar sobre o modernismo no Brasil e seus desdobramentos, essa sessão aborda as questões da sociedade contemporânea e seus dilemas, bem como aponta as possibilidades para o futuro.

DEBATEDORES

Daniel Munduruku

Possui graduação em Filosofia pela Universidade Salesiana de Lorena (1989). É doutor em Educação pela USP, instituição onde também é professor. É pós-doutor em Linguística com ênfase na Literatura Indígena, na Universidade Federal de São Carlos. É autor de 52 livros voltados para o público infantil, juvenil e educadores. É Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2006. É Diretor-Presidente do Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais.

Isabelle Anchieta

Doutora em Sociologia pela USP, mestre em Comunicação Social pela UFMG e jornalista pela PUC. Recebeu prêmio pela Associação Internacional de Sociologia (ISA) com apoio da UNESCO como “jovem socióloga”, em 2014. Recebeu o prêmio de Jornalista Cultural pelo Rumos Itaú Cultural, em 2008.

MEDIAÇÃO

Daniella Zupo

É jornalista, escritora e documentarista brasileira. Com mais de 20 anos de carreira nas redações de rádio e TV, trabalhou como repórter, editora de cultura e apresentadora de alguns dos principais veículos de comunicação de Minas como Rede Globo, Rádio Inconfidência e Rede Minas de Televisão, além de ter sido correspondente internacional do SBT.

O projeto Percurso Modernista, que proporciona ao visitante da Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard um mergulho na trajetória do movimento modernista em Minas Gerais, conta com uma variada programação artística. Intervenções em dança, teatro, música e tecnologias da cena acontecem entre os dias 16 de março e 8 de abril de 2022, ocupando o ambiente da Grande Galeria e refletindo a pluralidade das atividades culturais da Fundação Clóvis Salgado ofertadas de forma gratuita.

25/03 (sexta-feira) – 18h

HOJE 730 – Cia de Dança Palácio das Artes

Fruto de um encontro de três dias com Fernanda Lippi, a Cia de dança Palácio das Artes compartilha com o público as reverberações dessa parceria. Reaprendendo uma nova realidade pós lockdown: a presença física, espacial e afetiva nos corpos de hoje nos leva a reflexão e a readaptarmos ao pós-distanciamento, pós-isolamento, pós-temor. Entendendo a visceralidade como algo profundo, arraigado e vital; como uma qualidade que não separa aquilo que chamamos de alma daquilo que é o nosso corpo vivido. Formada na técnica de atuação Meisner no Actors Temple Londres, essa é a primeira vez que Fernanda Lippi utiliza essa técnica com bailarinos.

Foto: Acervo Pessoal

O cantor e compositor paulista Paulo Novaes faz única apresentação no dia 25 de março (sexta-feira), às 21h, na Casa Outono (rua Outono, 571 – Carmo). Na apresentação, Paulo convida os mineiros Cliver Honorato e João Ferreira para dividir o palco. O artista acaba de conquistar, com a canção “Lisboa”, o prêmio Grammy Latino na categoria de Melhor Canção em Língua Portuguesa. A música, que foi gravada por Anavitória e Lenine, é sua parceria com a cantora e compositora Ana Caetano. Os ingressos custam R$ 40 e podem ser adquiridos na bilheteria da Casa Outono ou pelo whatsapp (31) 9 9906-0624. A classificação é livre.

Foto: Maurício Valladares

Os Paralamas do Sucesso, trio formado por Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria) dá início a um novo espetáculo, “Paralamas Clássicos”, em que olham para a própria história sob o filtro dos sucessos absolutos. No palco, junto com eles, estão os três músicos que acompanham a banda há décadas: João Fera (teclados), Monteiro Jr. (saxofone) e Bidu Cordeiro (trombone). A única apresentação em Belo Horizonte acontece no dia 26 de março, sábado, às 21h, o Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.

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