Cotação por ossos: conheça e entenda a nova forma de avaliação cinematográfica do Projeto Lumi

Cuidado: este texto contém doses de sarcasmo

RedaLumi

            Desde que o mundo é mundo, o ser humano tem extrema necessidade de avaliar, julgar e cotar seus filmes preferidos, mesmo que o cinema tenha sido inventado apenas em 1895!

            Dizem que na idade da pedra, quando alguém não gostava de um filme, jogava uma pedra na sala de projeção! Assim, surgiu a primeira cotação da história, quanto mais pedras tacassem, mais estrelas o projetista via e achava que o filme era “o máximo”! Ledo engano!

            Mais tarde, já com o cinema como nós o conhecemos, foi adaptada essa forma de cotação por estrelas pelos mais diversos veículos de comunicação. Aí, sim, quanto mais estrelas, melhor o filme. Mas alguns veículos divergiram se a cotação deveria ir de uma a cinco ou uma a dez. Alguns, vocês devem saber, sugeriram a cotação por cometas, planetas ou qualquer outro corpo celeste.

            Com essa confusão astral, alguns veículos decidiram abrir mão das estrelinhas e lançar mão (não confunda “abrir mão” e “lançar mão”, pelo amor dos Irmãos Lumière!!!) do seu próprio estilo de cotação cinematográfica. O jornal O Globo, por exemplo, lançou o bonequinho que aplaude em pé, sentado, ou simplesmente vai embora do cinema. O Cinema de Buteco lançou as caipirinhas. Quanto mais copos da bebida, melhor a sessão!

            Desde o começo do Projeto Lumi, pensávamos em uma forma só nossa de avaliar os filmes e agora, depois de tomarmos nossa dose de vacina antirrábica, tivemos a “brilhante” ideia de fazer a cotação por ossos, afinal, a Lumi que dá nome ao projeto é uma cachorrinha que adora roer um osso!

            Assim, quanto mais ossos tiver um filme – numa escala de 0 a 10 – melhor ele é, de acordo com nossas rígidas regras de avaliação que incluem, claro, o gosto dos nossos colunistas, o estado de espírito em que eles se encontram, se consumiram álcool antes do filme (se bem que isso de álcool, deixamos pro colega Túllio do Cinema de Buteco mesmo…), entre outros critérios.

            Abaixo, você vai entender nossa avaliação:

            Cada análise terá até 10 ossos para entregar ao filme avaliado. As notas podem ser inteiras: um osso completamente preenchido vale “um ponto”; ou fracionada: com ossos que valem 0,25, 0,5 ou 0,75. Se o osso estiver completamente transparente, será equivalente a “zero”.

A seguir, deixamos os links dos quatro primeiros filmes que ganharam essa cotação. Boa leitura e boa sessão de cinema!

Análise do filme “Depois a louca sou eu”: https://projetolumi.wordpress.com/2021/03/03/um-novo-olhar-sobre-manias-e-neuroses-depois-a-louca-sou-eu-traz-a-tona-problemas-corriqueiros-de-quem-nao-se-sente-muito-normal/

Análise do filme “Christabel”: https://projetolumi.wordpress.com/2021/03/03/christabel-adaptacao-brasileira-de-conto-sobre-vampirismo-surpreende-positivamente/

Análise do filme “A viúva das sombras”: https://projetolumi.wordpress.com/2021/03/03/a-viuva-das-sombras-e-a-ressignificacao-do-medo-do-escuro/

Análise do filme “Lucicreide vai pra Marte”: (Em criação. Será disponibilizado em breve).

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