Crítica: O Beijo da Mulher-Aranha (2025)

Na nova versão de O Beijo da Mulher Aranha, Valentín (Diego Luna) é um preso político da ditadura argentina nos anos 80 que divide cela com Molina, um ex-decorador de vitrines que foi detido por atentado ao pudor. Reconhecido como um homem gay, Molina passa a narrar para o seu companheiro as histórias de seu musical de Hollywood favorito, um drama colorido e espetacular protagonizado por sua atriz predileta Ingrid Luna (Jennifer Lopez). Logo, um forte vínculo se forma entre a dupla, enquanto Molina tenta escapar da realidade política brutal através da imaginação. 

Hamnet – Shakespeare verdadeiramente apaixonado

Inspirado no best-seller de Maggie O’Farrell, este drama histórico aborda a vida de Agnes e William Shakespeare antes da criação de uma das mais icônicas obras da literatura. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Chloé Zhao, o longa promete uma narrativa profundamente tocante.

Crítica – Davi: Nasce um Rei

Das canções de sua mãe que embalavam seu coração às silenciosas conversas com um Deus fiel, a trajetória de Davi nasce da devoção e da escuta interior. Quando o gigante Golias surge para intimidar um povo inteiro, é esse jovem pastor — munido apenas de coragem e uma fé inabalável — quem decide enfrentar o impossível. Sua jornada culmina em uma batalha que vai muito além de uma coroa: é a luta pela identidade, pela fé e pela alma de um reino inteiro.